Eu gosto de filosofia, mas não gosto de filósofos.
Eu gosto de artes, mas não gosto de artistas.
Em suma, eu gosto de criatividade, mas nunca gosto do criador.
No meio da "diferença", só vejo regularidades.
Todos conversam, se entendem, se articulam e se envolvem.
E eu, em um canto, só observo.
Observo e me pergunto se estou no lugar certo.
Porque pareço carregar um estigma que realmente me destaca:
O de ser "um outro" no meio da regularidade dessa gente "diferente".

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