domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Eu quero sentir a radiação muito louca da tua alma jovem
Não me digas “eu te amo”, eu te peço.
E não me digas por que eu não quero.
E não me digas por que eu não quero.
Eu quero ser algo inédito em teu pensar.
Eu quero voar alto e te ver ao meu lado.
Eu quero nossos dois corações atados.
Eu quero magia, razão e um novo ar.
Não me dê declarações, nem algo desgastado.
Não me dê explicações, nem notas do passado
Me dê apenas bons motivos para sonhar.
Sonhar que posso ser alguém bem grande.
Que posso ser feliz em algum lugar distante.
Seja a ponte para eu construir meu novo lar.
E se por ventura ainda pensares nela
Então doa-te em carinhos em uma noite bela
E lembre que o destino é incerto para quem simplesmente deseja amar.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Diferença
Eu gosto de filosofia, mas não gosto de filósofos.
Eu gosto de artes, mas não gosto de artistas.
Em suma, eu gosto de criatividade, mas nunca gosto do criador.
No meio da "diferença", só vejo regularidades.
Todos conversam, se entendem, se articulam e se envolvem.
E eu, em um canto, só observo.
Observo e me pergunto se estou no lugar certo.
Porque pareço carregar um estigma que realmente me destaca:
O de ser "um outro" no meio da regularidade dessa gente "diferente".
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
...coração de observador...
Quem sou eu? Serei apenas mais um alguém sem território? Nômade da cidade, do pensamento, do comportamento e da vida...?
Olho para as pessoas que passam pelas calçadas e não me sinto igual a elas... Porque elas carregam consigo preconceitos que não partilho, conceitos que considero ultrapassados, paixões que mais parecem aberrações aos meus olhos desencantados, palavras, gestos e posições tão estranhamente estranhas para meu pensamento voador...
Então, olho para os personagens do circo da filosofia... corações de artistas, compassos de música, amantes de Nietzsche, rebeldes sem lei, loucos revelados, bêbados de Baudelaire, dogmáticos da liberdade...
Não, não sou uma deles tampouco. E nunca poderei sê-lo...
Então quem sou? Sou um monstro velado? Não sei... Às vezes me sinto um urso polar solitário, vagando entre os vivos e tomando de cada um o que tem de melhor... E depois indo embora quando se cansa (porque sempre me canso!), quando se enfada (porque sempre me enfado!) ou simplesmente quando relembra que esse não é (ainda) seu porto... Era só mais um ponto e de partida...
Então quem sou? Sou um monstro velado? Não sei... Às vezes me sinto um urso polar solitário, vagando entre os vivos e tomando de cada um o que tem de melhor... E depois indo embora quando se cansa (porque sempre me canso!), quando se enfada (porque sempre me enfado!) ou simplesmente quando relembra que esse não é (ainda) seu porto... Era só mais um ponto e de partida...
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