sábado, 30 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Prazer
Existe prazer sem carinho?
Prazer sem calor?
Existe prazer sem sentido?
Sem perspectiva?
Prazer na dúvida e sem fervor?
Existe prazer na inconsistência?
Existe prazer na inconsistência?
Prazer sem consciência?
Prazer destituído de amor?
Existe prazer sem um “querer estar junto”?
Existe prazer sem um “querer estar junto”?
Se existe, me aponta, por favor…
Porque isso me parece tão paradoxal
Um prazer frívolo e fugaz
Prazer sem pudor.
Prazer que se esvai nos primeiros raios da manhã
Prazer sem pudor.
Prazer que se esvai nos primeiros raios da manhã
Sem deixar marcas para o futuro
O hoje encerrando-se no agora
Prazer vagabundo
Prazer sem demora.
Talvez essa seja a forma de prazer contemporânea
Na sociedade do relógio até o prazer engana
E se contabiliza em unidades de tempo
Já na ânsia muito louca por um novo acontecimento…
É da fugacidade desse prazer que eu fujo
E o negarei por sete vidas, sete ventos e sete noites
Porque eu quero o prazer de um amor-futuro
Para o qual não tenha que dizer adeus ao desaparecer da Lua
Que não tenha que chorar sua partida ao raiar do dia.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Espelho
Sou fresca, sou menina, sou adulta e sou magia. Sou loucura e tristeza, regada a teatro, terror e poesia. Sou riqueza, sou alegria. Sou pobreza e zombaria. Sou sincera, sou bandida. Sou você ontem, hoje e de dia. Sou pureza! Sou vadia? Quem diria! Sou alergia.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Tem vezes que minha alma fica em silêncio...
Talvez seja a Esperança que se aproxima, trazendo consigo o anúncio da chegada de dias melhores e de ventos puros, ventos marítimos, ventos perfumados, capazes de apagar da alma todas as tristezas, os rancores e as dores, e de arrumar o espaço do coração para as novidades, as amizades, os amores e as novas cores, harmonizadas em um arranjo celestial.
É o raiar de novos tempos! É a vida que se renova como o mar... Que leva o passado e trás a alegria do futuro! Que enche o coração de luz, que devolve os sorrisos aos rostos tristes! Que repõe o brilho nos olhares apagados...
Minha alma está em silêncio. E silencia para escutar melhor a doce melodia das ondas da vida, para se deliciar com o perfume tênue de suas águas, para se acalmar e apenas apreciar a beleza de sua vinda...
domingo, 17 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Palavras de um nobre coração
"Sou o que sou, como qualquer pessoa: um indivíduo de cunho próprio, diferente dos outros, com uma história em que se encadeiam tendências e impulsos ancestrais; uma história de sonhos, desejos e de experiências próprias, sendo eu a soma de tudo isso" (Charles Chaplin, História de Minha Vida)
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